25.6.09

E hoje é só uma canção de amor que traz pra mim o sofrimento
de quem percebe uma 'farsa', que de montada não tinha nada
E ainda assim ecoava a dor de um sentimento que teimava em existir
mesmo ao descobrir que em seu peito nada muda,
que o amor é sempre surdo, mas um dia ouviu de mim:
"Veja! Não ouça, siiiinta!"
É assim que é. Nenhuma farsa dura tanto, a gente muda
se ergue, se afunda, e cada vez não somos mais os mesmos
somos outros. Os outros que tanto queríamos ser
Do jeito que tentamos convencer até ao próprio
O eu, o próprio eu, de que aquilo sou é o quero ter
E o que sou, é igual ao o que tenho.
E tenho amor, te tenho muito amor.

6 comentários:

Nadja disse...

Interessante.

Priscila Costa disse...

Ei, pare. Só sinta.

Eu tneho a leve impressão de que eu já escrevi isso também.

ai, ai, ai, Jaque!

Hemisfério Desocupado disse...

Ler teu texto ao mesmo tempo que ouvia 'Descansa amor', foi uma experiência interessante.

A propósito, que belo texto.

Jaque, onde você mora? :D

Gabriel Ivan Soeiro Bicho. disse...

sim!

Gabriel Ivan Soeiro Bicho. disse...

você acha cara!?
você sumiu.

Hemisfério Desocupado disse...

Tenho irmãos, por parte de pai, que moram por aí. (: